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John Winston, eu te amo.Nós balançamos esta tarde. Eu não consigo ver sorrisos despedaçados nem um amor acabado. Eu só consigo ver novos sorrisos se juntando a este meu rosto. Permaneço inquieta, respiro fundo, tento reagir depois de tudo que me disse, mas eu sei, no fundo que tu estava certo, que eu tenho que ser menos insegura, acreditar mais em mim. Então me diga como eu faço isso? Eu fui tomada por tantos medos, a vida  -por incrível que pareça- já me derrubou muitas vezes,  eu preciso esquecer. E nós somos tão complicados, mas se não fossemos assim, não seríamos nós. Não seríamos nós sem tudo isto, nem aprenderíamos tanto um sobre o outro, nem saberíamos que nosso amor é muito maior que qualquer diferença. Muito menos que se não fosse assim, teria alguma graça não aprender com os erros de cada um? Teria graça se anular das experiências? Das lições? Não que gostamos de brigar por qualquer coisa, mas nós somos espertos o bastante para esperar que tudo isto se acabe, e espertos o bastante para admitir que quando acaba voltamos a ser as mesmas pessoas complicadas. Mesmo eu querendo mudar (por ti) eu queria te pedir que não se canse de verdade, como tu disse hoje, que nunca deixe a gente mudar, que continue sendo a pessoa mais complicada que eu conheço (e amo), que não deixe nosso amor complicado descomplicar. Porque é só deste jeito complicado que eu sei viver, e é só contigo. Se não fossemos assim metade do que sentimos hoje não existiria.

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