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Resta a mim, uma mera poeta de esquina, uma mera pensante constante que desfalece em lagrimas nos braços de seu amado chorar como uma criança sem leite, ou que acaba de perder o primeiro dente. É, o amor é culpado da dor, da minha e da tua, não me culpe meu bem. A vida nos colocou no mesmo caminho, mais em sentidos opostos, não me culpe meu amor. A dor nos afasta a cada segundo que passa, e eu nem luto mais porque sei que não vale a pena.
Não sofra, não me culpe e não ouse me amar. Não eu uma mera pessoa que se diz poeta, e que já foi amada tantas vezes que nunca mais quer amar, mais ele insiste em me ferir, em medir forças comigo, sabendo que ganhará. Já não sofro mais, já não existo. Não eu. Uma reles mortal que prefere sofrer mais ainda do que derramar uma lagrima a mais dos seus lindos olhos, não por mim, não mais.
Mas eu só consigo dizer, por favor não vá. Fique aqui, comigo.
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