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Espere por mim. Foi isso que ele me disse naquela noite, depois subiu no seu maldito ônibus e nunca mais voltou. Não o mesmo. Seu rosto empalideceu, as olheiras pareciam poços de sangue acumulados debaixo de seus olhos e seus abraços não eram mais agradáveis, seus beijos sem amor. O trabalho o consumiu, não o culpo disto, nem a mim, mesmo sabendo que foi eu o motivo de tanto cansaço. Minha vontade é de deixá-lo lá, mas eu o amo tanto que quero seus beijos sem amor, seus abraços sem calor. Porque as coisas nunca são totalmente boas? Porque nunca estamos satisfeitos conosco e com os outros? Porque tantos porque em minha cabeça agora, latejando? Queria abrir meus olhos e acordar quando eramos apenas crianças brincando de amar , não digo que mudamos, apenas descobrimos o que o esgotamento nos faz. Não queria ouvir tuas palavras tortas, nem te dar meu amor, soa tão unilateral, teus beijos sem sabor, teus olhos sem o verdadeiro brilho, teus sorrisos apenas para me enganar, teu corpo sem alma, teu coração sem o antigo fogo que ardia em suas veias e aquecia meu corpo, que a tempos não sinto. Nada do que eu faça chega ao teu alcance… E acho que isto é bom. Sigo do teu lado por um simples motivo: o amor cura toda dor! E o meu irá curar a tua.

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