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E bateu aquela vontade de sumir, de novo e de novo, todo tempo. Me sinto inutil, me sinto fora do lugar, um pouco solitária, cheia de perguntas e sem as respostas, me sinto suja e procuro saber como eu consegui viver esses 16 invernos. Só faço besteira, não que eu haja sempre errado, tudo que eu fiz e faço até agora foi por você, por nós, pois sei que lá na frente não irei me arrepender, é que as pessoas ao meu redor agem como se eu sempre agisse assim. Tudo isto porque eles não me conhecem, não me deixam expor minhas ideias, meus sonhos, são poucos mas eu os tenho.. Não sabem quando eu chorei, quando eu sorri, quando eu senti vontade de acabar, de começar, quando eu tive vontade de abraçar, de ouvir uma palavra, um silêncio. Estão me pondo limites, barreiras, me previnindo de coisas que, ah, deixa pra lá… Você não nasce livre, não vivera livre e nem morrera livre, porque mesmo que você saia da casa de seus pais você vai depender do trabalho para sobreviver, você vai depender sempre do alimento, da água para continuar vivo, vai depender do calor para aguentar o inverno. É, ninguém nos disse que a vida era fácil e se te disseram não considere esta pessoa sua amiga, pois como diz aquela frase: Quem avisa amigo é. Espero que tenham te avisado, não me avisaram.

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